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Sete estatísticas de educação corporativa que você não pode ignorar

Sete estatísticas de educação corporativa que você não pode ignorar

Existe um grande caminho a ser percorrido pelas empresas brasileiras no sentido de tornar o conhecimento de seus funcionários um dos principais diferenciais do negócio. Por outro lado, esse terreno pouco ou mal explorado também pode ser visto como uma oportunidade para aqueles negócios que querem se destacar frente à sua concorrência.

Esse é um dos objetivos do seu negócio? Neste post, selecionamos sete estatísticas de educação corporativa. Além disso, você vai aprender como ela pode ser transformada em uma estratégia orientada para melhores resultados e porque seus conceitos deveriam influenciar as próximas tomadas de decisão na sua empresa. Confira.

Fatos que você não pode ignorar sobre a educação corporativa no Brasil

Para dar início à análise das estatísticas da área de desenvolvimento e treinamento, e como elas devem impactar as empresas nos próximos anos, vejamos o panorama brasileiro.

1. O número de universidades corporativas no Brasil está aumentando

A pesquisa Educação corporativa no Brasil — Habilidades para uma nova era do conhecimento de 2016, realizada pela Deloitte, mostra que o número de universidades criadas por empresas cresceu 14% em relação à edição anterior, de 2014. Isso mostra que empresas brasileiras estão investindo mais no conhecimento de seus funcionários. Tradicionalmente, a área de ensino lida com três principais focos:

 • operacional, com ênfase nas habilidades necessárias para que um funcionário exerça suas atividades específicas;

  competências, trazendo conhecimentos para a evolução de carreira;

  cultural, que entre outros aspectos prepara os funcionários para utilizarem seus conhecimentos e experiências dentro das diretrizes do negócio.

2. Os setores operacionais continuam recebendo o maior volume de treinamentos

De acordo com a pesquisa Panorama do treinamento no Brasil, os funcionários dos setores operacionais recebem 59% do volume total de desenvolvimento profissional oferecido pela empresa, correspondendo a 49% do total aplicado para essa finalidade.

Já os líderes são foco apenas de 14% dos treinamentos ofertados nas empresas. No entanto, os investimentos destinados às suas capacitações equivale a 20% de tudo que é investido em capacitações do negócio.

Na prática, as capacitações básicas e operacionais, que têm maior volume, podem ser direcionadas para as plataformas de ensino virtual.

Enquanto isso, treinamentos para liderança ou força de vendas podem ser mantidos na modalidade presencial, considerando a importância da interação entre os participantes.

3. O volume de conteúdo e tempo de treinamentos aumentam de acordo com o porte da empresa

O site Catho é um dos mais conhecidos pelos profissionais e empresas brasileiras para recolocação profissional. Em 2013, foi realizada uma pesquisa que demonstra a relação de investimentos em capacitação para empresas de pequeno, médio e grande porte.

Segundo a pesquisa, 67% das microempresas ainda não investem nenhum tempo na capacitação de seus funcionários.Esse dado demonstra que ainda existe muito espaço para evolução na forma como as empresas brasileiras se relacionam com o treinamento e capacitação de seus funcionários.

Investimentos na educação corporativa demonstram a preocupação da instituição com o momento atual de seus colaboradores, mas também com suas progressões de carreiras e desenvolvimento de talentos.

 

Existe um grande caminho a ser percorrido pelas empresas brasileiras no sentido de tornar o conhecimento de seus funcionários um dos principais diferenciais do negócio.

Números globais que mostram o caminho a ser seguido

Levantamos alguns dados, considerando um panorama mundial, para demonstrar por meio dos números que ainda existe um espaço estratégico para as empresas brasileiras se desenvolverem na área de treinamento. Estas estatísticas podem esclarecer alguns pontos, como:

4. A produtividade e os resultados de empresas que investem em treinamento são muito melhores

Segundo um dado divulgado pela Association for Talent Development (ATD), empresas que investem em programas de treinamentos personalizados para as demandas de seus colaboradores apuram uma melhora de até 218% na produtividade e nos resultados de seus funcionários.

Isso é um crescimento que poucos ou nenhum investimento em tecnologias e aumento de infraestrutura e folha de recursos humanos poderiam trazer para o negócio. Ou seja, é a potencialização dos recursos por um meio muito mais simples e sustentável. 

Para corroborar, tais empresas conseguem identificar até 24% de margem de crescimento de suas receitas se comparadas com aquelas que, por algum motivo, interrompem ou diminuem os investimentos no desenvolvimento de seus times.

5. A educação corporativa reduz o índice de rotatividade da equipe

Indicadores que apontam a rotatividade de funcionários são alarmantes para as empresas tanto do ponto de vista operacional quanto estratégico. Ter funcionários da área operacional em constante mudança pode comprometer a qualidade dos serviços prestados. Enquanto isso, a troca constante de colaboradores que exercem cargos de liderança pode fazer com que o conhecimento se perca, ou pior, vá para a concorrência.

Em uma pesquisa recente ministrada pela Gallup, 93% dos jovens profissionais, aqueles considerados da geração Millennials, declararam ter mudado de emprego em um curto prazo. Tal ocorrência custou aproximadamente US$30,5 bilhões para as empresas americanas. Ou seja, não se trata apenas de uma retenção de talentos e a garantia da qualidade dos serviços, mas também uma economia de recursos financeiros.

6. É mais fácil criar os próprios talentos do que buscá-los no mercado

Investir na capacitação de líderes e jovens talentos da organização também é mais ágil e econômico. Muitas empresas brasileiras querem soluções rápidas e definitivas. Dessa forma, acabam entrando em verdadeiros leilões por profissionais talentosos no mercado. 

O problema é que isso acaba custando mais caro e levando tempo. Segundo pesquisa da Randstad, 75% das empresas concordam que demora mais tempo encontrar um talento profissional para contratá-lo.

7. Profissionais estão em busca de desenvolvimento contínuo

Segundo outra pesquisa da Deloitte, 66% dos profissionais Millennials aceitariam deixar seus atuais empregos até 2020. Isso demonstra que existe pouco engajamento e que ele precisa ser trabalhado por meio dos benefícios valorizados por esses profissionais, como o treinamento contínuo e as oportunidades de carreira dentro da estrutura. 

Como você pôde perceber, as estatísticas de educação corporativa não se limitam a esses aspectos. Elas mostram também a influência do treinamento contínuo na cultura organizacional, relacionamento com os clientes, desenvolvimento da liderança, entre outros.

Ou seja, ao investir no treinamento e desenvolvimento dos funcionários, a empresa não está apenas tornando sua força humana capacitada para exercer suas funções, mas tornando-a, de fato, um diferencial do negócio. 

Quer dicas de como trazer esses números e fatos para a gestão da educação corporativa da sua empresa? Siga nosso perfil no LinkedIn e fique por dentro de mais assuntos como este. 

  • estatísticas de educação corporativa


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