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Entenda como o treinamento corporativo pode impactar no turnover da sua empresa

Entenda como o treinamento corporativo pode impactar no turnover da sua empresa

turnover é uma das maiores preocupações dos gestores de RH. Ao formalizar um desligamento, a reposição do profissional envolve tempo e dinheiro, dois recursos que devem ser otimizados no cotidiano de qualquer empresa que se pretenda competitiva. Para conter a rotatividade e maximizar a produtividade dos colaboradores, é preciso que as lideranças reconheçam a importância do treinamento.

Em um mercado altamente dinâmico e volátil, é fundamental que haja estratégias capazes de atrair e reter talentos, garantindo a eficiência das operações. A missão de tecer planos eficientes para motivar e desenvolver os funcionários, fortalecendo o senso de pertencimento, é do RH — e um bom programa de treinamento pode ser a chave do sucesso.

Se você deseja mais informações sobre o assunto, acabou de encontrar o conteúdo perfeito! Neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre o contexto do turnoverno Brasil e saberá como o treinamento pode impactar positivamente nesse cenário. Além disso, também conhecerá alguns dos principais benefícios de priorizar uma rotina consistente de capacitação.

Os dados importantes sobre o turnover no Brasil

A alta rotatividade de funcionários é prejudicial às empresas. Em primeiro lugar, a demissão (espontânea ou deliberada) de um profissional implica em uma lacuna na atividade para o qual estava escalado, comprometendo a produtividade da organização.

Em segundo lugar, a legislação trabalhista exige o pagamento de valores variados, a depender de uma série de fatores (tempo de serviço, por exemplo), inevitavelmente impactando o fluxo de caixa da organização.

Por fim, o processo de recrutamento e seleção também demanda recursos diversos, principalmente tempo (do profissional de RH) e dinheiro (na contratação de empresas terceirizadas, por exemplo).

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o turnover é um problema que deve ser evitado. De acordo com dados divulgados pela Robert Half, uma prestigiada consultoria americana, a rotatividade de funcionários cresceu 82% no Brasil — mais que o dobro da média mundial, que é de 38%.

O levantamento também apurou as principais causas de desligamento. A baixa remuneração e a falta de reconhecimento, por exemplo, são responsáveis por 33% das demissões. Em seguida, aparece a desmotivação (com 30%), a preocupação com o futuro da companhia (com 29%) e o baixo equilíbrio entre trabalho e vida pessoal (com 26%).

A análise dos dados, ainda que superficial, indica que os líderes de RH têm poder no aperfeiçoamento das estruturas e dos processos corporativos, visando melhorar as taxas de rotatividade e maximizar a performance da equipe.

O treinamento, portanto, desponta como uma excelente alternativa para sanar problemas relevantes, tais como a percepção de baixa remuneração e a desmotivação com a rotina de trabalho. A partir do desenvolvimento profissional, os colaboradores podem acumular mais conhecimentos e, assim, potencializar seus cargos e seus rendimentos.

 

"Os programas contínuos de desenvolvimento são cada vez mais relevantes na queda da rotatividade corporativa."

O treinamento corporativo na redução do turnover

Os programas contínuos de desenvolvimento são cada vez mais relevantes na queda da rotatividade corporativa. É importante que haja um planejamento consistente, voltado a promover atualização e capacitação da equipe.

Ao oferecer oportunidades de aprendizado — sejam eles técnicos ou comportamentais, a depender da necessidade e dos perfis de cargo —, a empresa prepara seus colaboradores e pode alcançar retornos globais mais expressivos já em curto prazo.

Além disso, ao aproveitar o cronograma de treinamentos e ao assimilar os conteúdos programados, o profissional tende a apresentar resultados cada vez mais significativos, evidenciando seu potencial. Assim, é natural que o próximo passo seja a conquista de posições mais relevantes, em função do reconhecimento de um trabalho coeso e eficaz.

Dessa forma, é possível visualizar o impacto positivo da implantação de rotinas de treinamento interno. Os efeitos da capacitação regular vão ao encontro de algumas das principais queixas apontadas pelo levantamento da Robert Half, contribuindo para aparar as arestas que podem conduzir à demissão.

Diante disso, vale reforçar que o treinamento é, sem dúvida, uma das mais importantes ferramentas para reduzir o turnover. Ao gestor de RH, cabe a responsabilidade de levantar demandas, entender as necessidades da empresa (e dos profissionais) e projetar rotinas que supram as eventuais carências, sejam elas de produtividade ou de reconhecimento.

Os principais benefícios do treinamento empresarial

treinamento corporativo precisa ser encarado com seriedade, uma vez que proporciona instrumentos consolidados para o crescimento mútuo — tanto da empresa quanto do profissional.

Os benefícios da prática são inúmeros e podem ser sentidos de imediato, rendendo frutos duradouros em médio e longo prazo. Dentre as principais vantagens da iniciativa, é válido apontar:

   a maximização da produtividade, considerando que as equipes se tornam mais sinérgicas e bem preparadas sempre que participam das sessões de capacitação ofertadas;

   o ganho de motivação, já que os colaboradores são impactados por novas técnicas e procedimentos capazes de melhorar suas operações e, consequentemente, seus resultados individuais e coletivos;

   o reconhecimento profissional, levando em conta a aplicação dos conceitos aprendidos e o aperfeiçoamento de métodos e táticas aplicados no cotidiano de trabalho;

   a possibilidade de promoção (e de incremento de salários), aliando os bons resultados cotidianos à disposição de aplicar tendências e inovações às rotinas corporativas;

   o reforço na competitividade empresarial, considerando que os treinamentos são capazes de moldar profissionais mais efetivos e singulares, prontos para encarar os desafios de um mercado altamente concorrencial;

  o aumento da rentabilidade do negócio, já que as operações tendem a registrar ganhos expressivos (em economia e otimização de recursos, por exemplo) enquanto a produtividade cresce em bases aceleradas.

Dessa forma, fica evidente que a rotina de treinamento impacta as mais diversas esferas empresariais — e que o turnover é, sem dúvida, uma das mais relevantes. É indispensável que o gestor de RH esteja preparado para fornecer conteúdos de alto valor agregado, endossando o aprendizado e o desenvolvimento do time.

De modo geral, manter as taxas de desligamento sob controle garante mais efetividade de processos, alinhamento de equipes, produtividade operacional e, por consequência, mais lucratividade. Invista em treinamento e potencialize os resultados do negócio!

O conteúdo despertou seu interesse e prendeu sua atenção? Ótimo! Nossa missão é sempre trazer reflexões de qualidade que possam auxiliar no seu trabalho cotidiano. Aproveite, agora, para continuar aprendendo: veja como o RH deve lidar com o treinamento em escala.

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