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Tudo o que você precisa saber sobre gamificação nas empresas

Tudo o que você precisa saber sobre gamificação nas empresas

Tudo o que você precisa saber sobre gamificação nas empresas

Você já ouviu falar em gamificação nas empresas? Essa é uma técnica cada vez mais usada em processos de marketing para o público consumidor, mas também em treinamentos e capacitações para funcionários. Pode acreditar: é uma tendência cada vez mais valorizada pelas organizações.

Se você parar para analisar, logo vai ver que a indústria 4.0 trouxe diversas tendências que afetam a gestão das empresas, independentemente do seu porte e da sua área de atuação. Entre essas novidades está a percepção de que os colaboradores representam o maior bem de qualquer negócio. Por isso, precisam receber incentivos para que estejam sempre motivados, engajados e preparados para lidar com os desafios do mercado.

Nesse cenário, a área de Recursos Humanos, responsável por encontrar e manter os talentos de uma empresa, acaba se tornando mais estratégica. O setor precisa criar processos eficientes, aumentando os resultados do desenvolvimento interno de seus colaboradores. Aí entra a busca por novas técnicas e métodos, como a gamificação.

Essa técnica é especialmente interessante porque aumenta o engajamento das pessoas com o processo de aprendizado, resultando em níveis mais altos de conhecimento absorvido e um maior envolvimento com o conteúdo. Seu uso no ambiente organizacional tem ganhado bastante espaço não só no Brasil como no mundo, sendo caracterizado como uma tendência importante para o sucesso do RH.​

Pensando em tudo isso, resolvemos criar este conteúdo mais que completo com informações importantes sobre gamificação nas empresas. Pronto para adotar essa técnica no seu negócio? Acompanhe!

Para começar, o que é a gamificação?

A palavra gamificação é a tradução do termo em inglês gamification, usado para indicar a prática de se usar elementos de jogos para envolver e engajar alunos dentro de um sistema de aprendizado. Seu uso é uma das principais tendências no meio corporativo para a otimização de treinamentos e capacitações de funcionários.

Devemos deixar claro, porém, que o objetivo dessa prática não é tornar o processo de ensino divertido, mas sim mais interessante para seus participantes, aumentando o engajamento e a eficiência do aprendizado.

Evolução da gamificação

Apesar de ser uma tendência atualmente, o uso da gamificação nas empresas é, na verdade, bem antigo. Para você ter uma ideia, na década de 90 já existiam empresas que premiavam consumidores leais. Com o advento da tecnologia, novos exemplos surgiram, como o uso de plataformas e soluções digitais. Os próprios modelos de clubes de fidelidade usam o conceito para motivar clientes.

No cenário atual, o foco está na gamificação de processos internos de aprendizado, já que esse investimento tem se tornado cada vez mais importante para as empresas. Afinal de contas, o uso de treinamentos e capacitações mais eficientes e envolventes geram melhores resultados para os negócios, trazendo tanto ganhos financeiros como de competitividade.

Os melhores resultados são provenientes do uso da gamificação junto com a tecnologia. Plataformas, ambientes digitais, realidade virtual, aplicativos, realidade aumentada e tantas outras soluções maximizam a eficiência dos treinamentos com a prática. Com esse suporte, os colaboradores podem acessar o conteúdo quando acham melhor, sem precisar se adaptar ao jogo. Além disso, eles recebem diversos estímulos e incentivos, seja por meio de vídeos, sons, imagens ou interações, por exemplo.

Que elementos de jogos são adotados na gamificação?

Como falamos, o processo de gamificação envolve a adoção de elementos de jogos em sistemas de ensino. São 8 os elementos principais que podem ser adotados para aumentar a eficiência de um treinamento. Confira cada um deles a partir de agora!

Mistério

O mistério nada mais é que a existência de uma lacuna entre informações desconhecidas e conhecidas. Quando identifica essa lacuna, o jogador vai percebendo que existem dados disponíveis no ambiente para preenchê-la. Tal experiência desperta curiosidade e motiva a continuação da busca pelos links faltantes.

Sua aplicação no universo corporativo pode ser feita, por exemplo, por meio da criação de um ambiente em que o funcionário precisa identificar as políticas de segurança do negócio, fatores que evitam acidentes de trabalho ou até algum erro administrativo. O que acha da ideia?

Ação

Os melhores jogos sempre começam com algum tipo de ação, seja para correr de um ponto a outro, abrir uma porta ou encontrar objetos que permitam a continuação da história. Dificilmente, os jogadores começam lendo e entendo políticas e objetivos do jogo. Podem inclusive existir níveis de tutorial para proporcionar um aprendizado prático.

O ideal é que o mesmo formato seja usado em treinamentos gamificados. Pense bem: não começar com uma lista de instruções garante que os funcionários se envolvam mais rapidamente no processo de aprendizagem.

Desafio

Superação de desafios: normalmente, todas as pessoas gostam de passar por isso, uma vez que gera uma sensação de vitória muito marcante. Pois essa característica é usada em muitos jogos para manter os usuários engajados por mais tempo, determinados a alcançar o que lhes foi proposto.

Repare: muitas plataformas de e-learning que usam a gamificação criam conteúdos sem evolução de dificuldade para os alunos, o que acaba tirando a motivação trazida pela superação. O ideal mesmo é que cada módulo contenha pequenos, médios e grandes desafios para seus usuários.

Uma dica nesse sentido é usar problemas reais do ambiente de trabalho, desafiando os profissionais a solucioná-los. Para colaboradores da área de Recursos Humanos, por exemplo, o desafio apresentado poderia ser: lidar com a insatisfação do time e a alta taxa de turnover devido a cortes de benefícios. Como mudar essa situação no curto, médio e longo prazos?

Risco

A existência de algum risco aumenta a atenção e a concentração dos jogadores. Isso porque, nesse caso, eles podem perder vidas, pontos ou até mesmo ter que recomeçar um desafio quando erram. E essa mesma regra deve ser usada em processos de gamificação nas empresas.

Quando os treinamentos não envolvem riscos, os alunos ficam menos motivados e preocupados com seu desempenho. É preciso, assim, incluir etapas em que os funcionários devem cumprir determinadas regras para continuar. Se a empresa resolve aplicar um teste, por exemplo, pode definir que os funcionários só podem errar 2 questões de 10. Passando disso, eles têm que voltar para o nível anterior por terem tomado uma decisão errada no atual. São diversas as maneiras de criar essa experiência.

Incerteza

A incerteza em relação ao resultado está diretamente ligada ao risco, uma vez que situações em que se pode perder algo geram a sensação de incerteza sobre o que vai acontecer. Bons jogos apresentam essa característica, que motiva os participantes.

No meio corporativo, a maioria dos treinamentos não apresenta essa incerteza. Portanto, o formato não costuma ser tão excitante. Sua empresa sempre aplica um teste ao final do conteúdo e estabelece uma nota de corte para aprovação? Fuja (ao menos um pouco) desse padrão! Questões surpresas, respostas que fazem o teste recomeçar ou a opção por perguntas que resultam em diferentes classificações, por exemplo, já tornam esse processo mais interessante.

Oportunidade

Outra característica importante dos jogos é a possibilidade de exibição da maestria dos players, mostrando todo seu domínio e conhecimento dentro daquele ambiente. Muitos games têm rankings de pontuação ou possibilidade de coleta de itens e tesouros escondidos, por exemplo, permitindo que os jogadores se diferenciam e exibam suas conquistas.

O mesmo pode ser feito em treinamentos e capacitações. Os funcionários podem receber tarefas e oportunidades para demonstrar seu conhecimento ao longo de sua experiência e não apenas no final do curso, por meio de um questionário. É possível, por exemplo, ter diferentes módulos, cada um trazendo uma recompensa ou um emblema de aprendizado. No fim, o teste de qualificação pode ser o emblema mais importante!

Essa prática é interessante para que os alunos consigam visualizar e demonstrar seu domínio do conteúdo mesmo antes de chegarem ao final do treinamento. Além disso, em situações em que o profissional falha na etapa final, ainda é possível observar evidências do seu desenvolvimento pelo caminho.

Progresso

Normalmente, os jogos apresentam sinais do progresso do jogador. Pensando em uma corrida, por exemplo, fica fácil entender, pois podemos ver quantas voltas faltam e nossa localização na pista. Essa prática dá noção aos jogadores do que ainda falta e em que ponto do treinamento estão.

É importante que esses indicadores estejam disponíveis durante todo o processo de treinamento e não apenas ao final de cada módulo. Como exemplo de indicador podemos citar o número de conquistas ou fases. Imagine-se lendo a seguinte informação: 30/100 estrelas coletadas. Só daí já dá para entender que ainda faltam 70 unidades daquela meta para o jogador.

Emoção

Os jogos atuais enchem os jogadores com estímulos para despertar emoções intensas, seja raiva, frustração, estresse, tristeza, alegria, felicidade, entusiasmo ou o que for. Isso faz com que o participante viva esses momentos com mais intensidade, guardando a experiência na memória.

O ideal é trazer essa mesma experiência para processos de ensino dentro das empresas, intensificando o aprendizado dos funcionários. Para isso, o negócio pode criar desafios mais complexos, com situações difíceis de serem alcançadas, gerando com isso frustração na derrota, mas uma grande alegria na vitória.

Qual a função da gamificação para as empresas?

Dentro do ambiente corporativo, a gamificação pode ser usada basicamente de 2 formas: para treinar e capacitar funcionários ou como ferramenta de comunicação com os consumidores. Em ambos os casos, a técnica tem o objetivo criar engajamento e envolver as pessoas em um processo de aprendizado sobre a organização. Usa-se para isso os elementos que geram engajamento em jogos comuns.

A base dessa estratégia é o entendimento que desafios, riscos, incentivos, progresso e até mesmo estímulos emocionais instigam a cooperação e a competitividade nas pessoas, resultando em maior interesse pelo processo. Dessa forma, ao executar um treinamento gamificado, o aprendizado é maior e mais eficiente.

A gamificação também atende melhor as características dos profissionais do futuro. Os millennials, pessoas nascidas entre 1977 e 2000, não só já fazem parte do mercado de trabalho como têm exigências diferentes em seu processo de aprendizado. Por se tratar de uma geração mais dinâmica e conectada, acostumada com o meio digital, a gamificação é ideal para seu processo de capacitação.

Por fim, por ser adaptável e versátil, qualquer empresa pode adotar a gamificação. E isso vale tanto para processos de aprendizado interno como para o marketing do negócio, aproveitando ao máximo seus benefícios.

Quais os benefícios para treinamentos e capacitações?

A essa altura, está evidente que a gamificação apresenta diversos benefícios para as empresas, certo? Mas ainda quer dar uma olhadinha mais de perto nessas vantagens? Continue acompanhando para entender melhor o potencial dessa técnica!

Engajamento dos funcionários

Um dos principais problemas dos treinamentos tradicionais costuma ser a falta de engajamento dos profissionais — principalmente das novas gerações. Muitos deixam essa prática de lado simplesmente por não acharem o conteúdo interessante ou por não estarem motivados a estudar e dar continuidade ao aprendizado.

O uso da gamificação elimina esse problema! Quando aplicada da forma correta, usando os elementos de jogos para envolver os profissionais, essa técnica é capaz de aumentar seu engajamento com o conteúdo. Alguma dúvida de que assim o aprendizado, a motivação e o engajamento vão às alturas?

Adaptação à rotina

Um dos principais erros de empresas que insistem em usar treinamentos tradicionais de ensino é que eles não se adaptam às rotinas dos funcionários, normalmente exigindo que eles parem seu trabalho para assistir a palestras, participar de workshops ou comparecer a eventos.

Ao adotar a gamificação e outras tecnologias de treinamento, a empresa passa a oferecer um ambiente que se adapta às necessidades dos funcionários, permitindo que cada um execute e participe do aprendizado quando pode e está disposto. Envolvendo e engajando os profissionais, esse tipo de estímulo aumenta ainda mais a eficiência.

Cultura de treinamento

Você sabe o que significa ter uma cultura de treinamento? Simples: isso quer dizer que a prática é feita de forma constante, considerada importante para o desenvolvimento do corpo de funcionários, bem como para os resultados da empresa. Nesse contexto, as capacitações são feitas de forma estratégica, sendo bem aceitas pelos funcionários, que compreendem a relação.

Por outro lado, fica difícil acreditar que treinamentos desinteressantes e padronizados, que muitas vezes inclusive atrapalham a rotina dos funcionários, são importantes para seu desempenho, não concorda? Com a gamificação, essa visão do aprendizado interno é modificada, ficando muito mais fácil envolver toda a empresa em um processo de aprendizado contínuo.

Outro processo importante para criar essa cultura é a realização de um Levantamento das Necessidades de Treinamento (LNT). Nesse caso, são identificados os conhecimentos necessários para otimizar as funções e entregas da empresa. O LNT pode fazer parte de um projeto de educação corporativa, que determina como e quando colocar o processo em prática, como realizar os treinamentos, quais os resultados de cada um e como otimizar os investimentos da área de Treinamento e Desenvolvimento (T&D).

Retenção de talentos

Com uma cultura de treinamentos estabelecida, a tendência é que os funcionários se sintam mais satisfeitos com o ambiente de trabalho. Afinal, a percepção é de que a empresa se importa com os colaboradores por estar investindo em seu desenvolvimento. No fim das contas, essa nova realidade aumenta a retenção de talentos.

Curva do esquecimento

No século XIX, o pesquisador alemão Hermann Ebbinghaus desenvolveu o conceito da curva do esquecimento, modelo que indica a perda exponencial do conhecimento com o passar do tempo. De acordo com seus estudos, a tendência é que informações novas se percam em nossa memória. No entanto, por mais que a retenção sofra uma queda, eventualmente há uma desaceleração. Assim, a informação restante fica retida. Por isso é que nos lembramos vagamente de conteúdos da escola.

Os treinamentos gamificados constroem conteúdos para serem aprendidos em um período longo de tempo, todos os dias. Dessa forma, convivendo com os conceitos, o funcionário aumenta sua retenção de detalhes. Ao usar elementos de jogos, como o risco e desafios, é preciso retomar o aprendizado de forma constante, mantendo o conhecimento na memória.​

Existem aplicações efetivas no ambiente organizacional?

Muitas empresas já adotaram a gamificação em suas estratégias, mostrando na prática o potencial dessa tendência. Apresentaremos agora alguns exemplos para você!

Aplicativo do Corinthians

Em 2012, o Corinthians lançou um aplicativo por meio do qual os torcedores poderiam administrar o time. A proposta valia tanto para a parte de negócios como para a parte relacionada ao futebol propriamente dito, tomando decisões de finanças, investimentos, escalações, entre muitas outras possibilidades. A ideia era aproximar os torcedores e mostrar o funcionamento do clube.

App de idiomas Duolingo

A plataforma de idiomas Duolingo é um exemplo claro de como a gamificação pode ser usada na construção de um produto, trazendo mais resultados e competitividade para o negócio. A solução permite que os usuários se cadastrem e pratiquem qualquer língua que desejam. Os cursos são construídos em pequenos módulos, que os usuários podem fazer e refazer quando necessário. Quando concluído, um módulo libera o próximo, mostrando o avanço do usuário. Existem testes que possibilitam pular módulos e ganhar prêmios.

Banco de imagens Freepik

Outro exemplo de uso da gamificação em soluções de negócio é o banco de imagens online Freepik. A plataforma dá recompensas, como troféus e distintivos, para os fotógrafos que têm imagens campeãs de downloads e comentários. Isso estimula os profissionais a manterem a qualidade das suas entregas.

Campanha da Volkswagen

Considerada uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, a Volkswagen também adotou a gamificação para uma de suas campanhas com o público consumidor. O objetivo da ação era reduzir a velocidade da direção na Suécia para, assim, diminuir o número de acidentes. Usando radares inteligentes para identificar a velocidade dos motoristas, a marca dava pontos para os que trafegavam dentro do ideal. Tal pontuação dava direito a concorrer a um automóvel.

Plataformas de e-learning

Muitas empresas passaram a oferecer ao mercado plataformas de e-learning que usam a gamificação como parte da sua metodologia de ensino. Esses ambientes permitem o acesso dos conteúdos a distância, feito de forma online, além da inclusão de materiais diversificados.

Uma empresa que se destaca nesse segmento é a Telefônica ED, que desenvolve soluções personalizadas para projetos de educação corporativa. O conteúdo pode ser criado com elementos da gamificação, realidade virtual, realidade aumentada, metodologia MOOC e diversas outras tendências de tecnologia na educação.

Como usar a gamificação dentro das empresas?

Você provavelmente percebeu que o uso da gamificação é bem diversificado, podendo ser explorado de diferentes formas para cumprir objetivos igualmente diversos. Quer entender melhor? Confira!

Ações de marketing e vendas

A primeira aplicação da técnica é dentro das estratégias de marketing e vendas de produtos — como o exemplo da Volkswagen. Os benefícios de maior engajamento e envolvimento das pessoas também se aplicam ao público-alvo, o que faz dessa prática uma opção bem interessante para muitas empresas.

Parte da solução da empresa

Outra forma de uso da gamificação é colocando seus elementos dentro da solução corporativa — como fez a Duolingo. Empresas que desenvolvem aplicativos e soluções digitais estão adotando esses elementos para facilitar a compreensão dos usuários sobre as funcionalidades e os benefícios de suas ofertas. Como exemplo, podemos citar os tutoriais animados nos aplicativos de bancos que mostram o que cada opção faz.

Formação continuada dos funcionários

Como falamos, existem no mercado empresas que oferecem plataformas de educação digital corporativa, permitindo a criação de uma cultura de treinamento contínuo nos negócios. Essas plataformas podem ser construídas com elementos da gamificação, aproveitando todos os seus benefícios.​​

Tais plataformas podem contar com diversas funcionalidades para fazer a gestão dos funcionários. E isso vai além dos treinamentos, viu? O time de RH pode incluir um ambiente em que os colaboradores conseguem consultar seu desenvolvimento na empresa e seus benefícios. Outra possibilidade é a inclusão de uma página de novidades para que todos fiquem atualizados sobre o negócio. Dashboards também podem ser incluídos para avaliar os indicadores com mais facilidade.

Esses são só alguns dos diversos usos que essa técnica pode ter dentro de uma organização. Por ser versátil e gerar ótimos resultados, a tendência é que a gamificação seja adotada cada vez mais por empresas de todos os tamanhos e segmentos.

Sua facilidade para engajar e motivar funcionários torna o investimento em gamificação uma necessidade para lidar com os profissionais do futuro e o novo mercado de trabalho. Vale lembrar que a técnica não consiste em criar um ensinamento divertido e sem objetivo, mas sim em usar elementos de jogos para tornar o aprendizado mais atrativo para os funcionários, gerando engajamento e eficiência no processo de aprendizado interno.

Por fim, vale ressaltar que existem empresas especializadas no uso da gamificação e de outras tecnologias para o desenvolvimento de soluções de educação corporativa para todo tipo de negócio. Esses especialistas podem atuar como parceiros, empenhados para garantir os melhores resultados possíveis com essa estratégia.

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