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O que é treinamento on-the-job? Entenda mais sobre o assunto

O que é treinamento on-the-job? Entenda mais sobre o assunto

Ter profissionais que estejam cientes de todos os processos da empresa, tenham uma visão macro e micro de cada setor e apresentem engajamento é importante para a produtividade do negócio — além de ser a receita ideal para diminuir o turnover. Tudo isso é uma realidade muito possível quando se aplica o treinamento on-the-job aos colaboradores.

Ao propor esse treinamento, é possível observar como os funcionários se portam diante dos desafios diários, alinhá-los à cultura da empresa e também melhorar o conhecimento deles sobre cada processo. Fique conosco para entender como sua empresa pode ganhar com essa prática!

O que é treinamento on-the-job?

O treinamento on-the-job é aquele em que um colaborador aprende competências no próprio posto de trabalho. Esse modelo é geralmente conhecido por ser aplicado aos trainees que, ao serem contratados, passam um determinado período em diversas áreas da empresa, a fim de entender as particularidades do setor. Assim, essa prática o prepara para tomar decisões acertadas e dá a ele uma visão integral da negócio.

No entanto, o treinamento on-the-job não precisa ser só para trainees. “Conheço algumas empresas cujos funcionários trabalham de seis a sete meses em uma área e, depois de aprender tudo, eles vão para outro setor e recomeçam o processo de aprendizado”, conta Rodrigo Henrique — que é Consultor de Desenvolvimento de Negócios na Telefônica ED.

Quando uma empresa opta por esse sistema, seja com trainees, seja com os colaboradores que já trabalham nela há algum tempo, conta com mais clareza nos processos e alcança o crescimento por meio dos aprendizados.

Modelo 70-20-10: um aliado do treinamento on-the-job

A metodologia 70-20-10 consiste em fazer com que o aprendizado aconteça a partir da vivência do colaborador, um dos diferenciais do treinamento on-the-job. Acontece da seguinte forma:

• 70% dos conhecimentos devem vir de experiências próprias;

• 20%, a partir das instruções com os outros colegas de equipe, incluindo feedbacks e tudo o que possa servir de modelo e inspiração;

• 10% desses aprendizados devem ser transmitidos aos colaboradores a partir de cursos.

Dessa maneira, o modelo 70-20-10 é totalmente inerente ao conceito de on-the-job. “É importante ter treinamentos e cursos. Mas a experiência, enfrentando problemas reais, desenvolvendo projetos e aplicando os aprendizados nesses planos também é fundamental”, afirma Rodrigo Henrique.

Por que esse treinamento é importante?

Contar com o treinamento on-the-job é uma via de mão dupla quando se trata de benefícios, tanto para a empresa quanto para seus funcionários, visto que ambos saem ganhando no processo. “A principal vantagem é formar colaboradores que tenham uma visão sistêmica dos processos”, aponta o Consultor de Desenvolvimento de Negócios na Telefônica ED.

Nesse sentido, a organização conta com profissionais mais críticos, que sabem aplicar o que vai ser aprendido e o que pode trazer melhores resultados. Eles também se tornam mais engajados nos processos, uma vez que estão sempre se desenvolvendo — em consequência disso, nota-se a redução na taxa de turnover da empresa. 

É também a partir do treinamento on-the-job que a empresa vai desenvolver líderes mais preparados e com as competências necessárias para crescerem junto com a companhia. Além disso, é possível evoluir e melhorar os processos com essas pessoas aptas à função.

Quando a cultura do on-the-job faz parte da empresa, torna-se possível que os colaboradores estejam em um processo de educação contínua, que faz toda a diferença no sentido da evolução.

Em uma organização, a educação contínua é importante em todos os níveis, incluindo na gestão, pois é possível, assim, chegar a um alto nível de desempenho.

 

“os líderes precisam estar preparados para trabalhar nesse formato on-the-job"

Antes do treinamento on-the-job: olhe a cultura da organização

De acordo com Rodrigo Henrique, “os líderes precisam estar preparados para trabalhar nesse formato on-the-job. É necessário todo um cuidado, além de oferecer ferramentas e possibilidades para o desenvolvimento desse pessoal”.

Caso não haja essa preparação, a consequência é um funcionário desmotivado, que pode ter, inclusive, alguns traumas no processo. “A empresa precisa estar preparada para esse treinamento e, caso tenha uma cultura arcaica de não desenvolver funcionários, ela não pode nem lançar um programa de treinamento on-the-job”, relata o consultor Rodrigo Henrique.

Quais são os benefícios para o colaborador?

Já sabemos que os colaboradores se tornam mais engajados e cientes dos processos da empresa. Mas também é possível citar outras vantagens.

Melhora no relacionamento

Como o profissional conhece todas as áreas da empresa, há um ganho no relacionamento com os demais integrantes. Isso se deve muito ao fato de que o funcionárioon-the-job passa a desenvolver empatia e entender melhor todas as funções e processos.

Mais jogo de cintura

É esperado que um colaborador que passa pelo treinamento on-the-job trabalhe melhor a inteligência emocional, visto que será preciso lidar com conflitos e exercer a liderança em diversos momentos — mesmo quando ele não conhece 100% dos processos daquele setor.

Ganho em conhecimento

Cada setor tem seus processos e suas ferramentas. Essas instruções serão transmitidas ao colaborador que passa pelo treinamento, aumentando muito sua bagagem de conhecimento.

Currículo fortalecido

Ao vivenciar tantas experiências, receber treinamentos e ganhar novos conhecimentos, o colaborador passa a ter muitas qualidades para enriquecer o currículo, o que o estimula a seguir contribuindo com a empresa.

Como o modelo on-the-job é aplicado?

Para que o treinamento on-the-job seja colocado em prática, Rodrigo Henrique aponta quatro passos, como você vê a seguir!

1. Adquirir os conhecimentos teóricos é o primeiro ponto. Um exemplo é quando o profissional vai trabalhar em uma indústria — ele precisa entender como a máquina vai operar e como o processo funciona. Dessa forma, todos os conceitos são passados a ele.

2. Logo após, percebe-se a observação reflexiva. A partir da teoria passada, o colaborador visualiza os processos na prática e constrói suas observações. 

3. Então, o profissional pode construir observações sobre o que foi vivido anteriormente e como Rodrigo Henrique explica: “ele vê in loco o processo sendo operacionalizado para que fique mais próximo da realidade”.

4. No último ponto, é feita a aplicação do que foi aprendido e, assim, começa de fato o trabalho do colaborador.

De acordo com Rodrigo Henrique, o ideal é que tarefas operacionais e focadas em relacionamento sejam delegadas em um primeiro momento. “Não cabe ao colaborador em treinamento tomar grandes decisões que possam influenciar a empresa, mas, sim, pequenas atitudes e gestões até que ele se torne um líder para fazer escolhas maiores”, explica.

Como fazer a avaliação desse colaborador em treinamento?

As avaliações precisam ser feitas periodicamente — de preferência, semanalmente, com reuniões mais estruturadas a cada mês ou a cada quinzena.

É necessária a criação de uma agenda combinada entre o mentor/líder e o funcionário em treinamento para verificar o passo a passo do aprendizado. Por isso, as reuniões pedem maior frequência.

Rodrigo Henrique também aponta a necessidade de ter ferramentas para essa avaliação: “pode ser algo digital, um game ou mesmo uma prova tradicional”. Assim, é possível entender a evolução do colaborador.

O treinamento on-the-job melhora o desempenho dos colaboradores e ajuda a empresa ganhar em produtividade e retenção de talentos. É também uma maneira de fazer com que a cultura do aprendizado seja um processo cíclico.

A Telefônica ED é especialista em projetos de educação digital e pode ajudar sua organização a se aperfeiçoar em treinamentos. Aproveite para entrar em contato com a nossa equipe e começar o quanto antes um projeto de desenvolvimento aos colaboradores!

  • treinamento on-the-job


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