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Chatbots na educação: entenda o potencial da tecnologia

Chatbots na educação: entenda o potencial da tecnologia

De Uma odisseia no espaço a Exterminador do futuro, do robô superinteligente do clássico de Stanley Kubrick ao personagem marcante de Arnold Schwarzenegger: as histórias ficcionais de máquinas que interagem com humanos sempre estimularam a imaginação, fazendo muita gente questionar se um dia chegaríamos a esse ponto. Mas o que isso tem a ver com chatbots na educação? Tudo! Distante da inteligência artificial vista nos cinemas, nossa era assiste a uma rápida evolução de robôs que imitam a linguagem humana com aprendizado contínuo, já conseguindo agendar reuniões, fazer compras e até pedir pizza. O que muitos gestores e empresários ainda não perceberam é que os chamados chatbots podem ser usados na segurança (robôs policiais), na saúde (em procedimentos cirúrgicos) e, principalmente, na educação. Que tal ter chatbots na educação e no aprimoramento dos profissionais da sua empresa, dispensando os altos custos com professores, salas de aula e materiais didáticos, além de ser brindado com métricas de retorno muito mais eficientes? Bem-vindo à era dos robôs inteligentes!

Você já conversou com um robô hoje?

O mercado de chatbots está em franco crescimento. Segundo estimativa da consultoria Gartner, já em 2018, mais de 3 milhões de profissionais ao redor do mundo serão liderados por robôs e quase 20% dos processos corporativos serão gerenciados por máquinas. Mas é na aquisição do conhecimento humano que essas máquinas, providas de capacidade de aprendizado automático, oferecem as mais promissoras perspectivas de revolução social. Os chatbots são consequências do aprimoramento da computação cognitiva, tecnologia que objetiva implementar o pensamento lógico em softwares e sistemas. Esses recursos permitem que usuários interajam em livre linguagem humana com essas aplicações, que são capazes de identificar até mesmo sotaques e gírias, convertendo esses sinais para a linguagem de máquina. A partir daí, cruzam dados em escala inimaginável para, por fim, devolverem a esses usuários uma resposta precisa para o que foi solicitado — em linguagem humana, claro. Como a aprendizagem desses sistemas é intuitiva, acontecendo mediante a incorporação permanente de padrões criados de diversas formas, a inteligência dessas máquinas é crescente e ilimitada. Essa infinitude é vinculada à vastidão da matemática computacional. Toda essa dinâmica faz com que os robôs de nossa era não tenham corpos, como os imaginados por Hollywood, mas sejam igualmente poderosos, como os idealizados em décadas passadas. Com a evolução constante dos recursos de machine learning, é muito provável que, em breve, os robôs possam fazer quase tudo, de gerenciar o tráfego a formar cidadãos em universidades.

Como vincular essa tecnologia ao treinamento?

Imagine uma empresa que tenha programas de treinamento 100% online, que ganham vida a partir de plataformas de ensino (e-learning) dotadas de professores virtuais que conseguem atender cada aluno de forma personalizada, 24 horas por dia, durante os 7 dias da semana. Agora imagine um mundo em que os programas de capacitação corporativa são desenvolvidos por sistemas baseados em inteligência artificial, que colhem dados de cada colaborador, diagnosticando em minutos os principais gaps a serem preenchidos. Pense em um universo em que os treinamentos são acompanhados por robôs, desenvolvendo o conhecimento dos alunos em escala crescente, corrigindo e propondo novos desafios em tempo real, de acordo com a performance dos estudantes. Melhor que isso: visualize um cenário em que esses robôs tenham custo acessível, verificando conteúdos, reforçando conhecimentos, aplicando testes, tirando dúvidas a qualquer momento e verificando o desempenho geral ao longo do treinamento. Pois é justamente isso que os chatbots na educação têm a acrescentar. Nada mal, não acha? Um estudo da Juniper Research aponta que os chatbots poderão gerar uma monstruosa redução de custos em todas as verticais corporativas. Até 2022, em torno de 8 bilhões de dólares serão salvos anualmente graças à automatização de processos via inteligência artificial, com especial destaque para os robôs inteligentes.

Quais as principais vantagens de usar chatbots na educação?

Só pelo contexto ilustrado no tópico anterior já dá para ter uma ideia mais clara sobre o quanto os bots e as novas tecnologias de computação cognitiva podem ir além do que é feito hoje por soluções como Alexa, Siri ou Google Assistant, certo? Seja em uma universidade, no treinamento corporativo ou mesmo em uma escola pública ou privada, essas máquinas trazem as seguintes vantagens:

redução de custos: embora tenham o ônus da implementação, esses recursos recuperam o investimento realizado no longo prazo com a economia de gastos com treinamentos — pagamento de hora/aula, compra de materiais didáticos, locação de espaço e assim por diante;

• inteligência ilimitada: trazem capacidade de autoaprimoramento do docente virtual;

• auxílio a professores: para o trabalho híbrido (presencial e via e-learning), a computação cognitiva pode ser uma espécie de auxiliar dos docentes, corrigindo tarefas e sugerindo melhorias que podem ser trabalhadas em sala de aula;

• facilitação de contratações: processos de recrutamento e seleção em universidades, escolas e empresas podem ser otimizados por meio do cruzamento de dados e das estatísticas computacionais desses robôs;

• redução do tempo de processos educacionais: admissões nos programas de bolsa das universidades, cujas avaliações costumam demorar mais de 3 meses, podem ser finalizadas em poucos dias;

• replicação: o mesmo sistema pode lecionar, de forma independente e particular, para centenas de alunos ao mesmo tempo.

Então o futuro da educação está aqui?

O investimento em chatbots na educação ainda pode ser uma solução governamental para zerar a lista de crianças fora da escola, além de elevar o desempenho desse perfil de aluno em exames nacionais — mediante acompanhamento individualizado e intensivo. Isso sem falar na possibilidade de conciliar conhecimento acadêmico com imersão em tecnologia. Além de tudo o que já citamos, segundo estudo retratado pela Forbes, o uso da inteligência artificial na educação amplifica o potencial de retenção das informações por parte dos alunos, além de estimular a criatividade e o engajamento dos estudantes. É um redesenho transformador que tira alunos da posição passiva de ouvintes para que assumam um papel de agentes líderes de sua própria construção educacional. Tudo, é claro, sob os permanentes olhos atentos da computação cognitiva. Partindo dessas premissas e saindo do ambiente escolar para o corporativo, em uma era em que conhecimento é absolutamente fundamental, imagine o quanto uma empresa pode ganhar em competitividade ao:

conseguir identificar os melhores talentos na contratação;

• alocá-los nos postos mais estratégicos em relação a suas capacidades;

• treiná-los com precisão máxima, mantendo-os sempre atualizados e preparados para os desafios do dia a dia.

Os robôs na educação não são o futuro. Na verdade, são o presente de quem tem urgência em dominar o mercado com o uso do capital humano em grau de excelência. Paradoxal é pensar que isso passa inevitavelmente pelo uso da computação, não?


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